quinta-feira, setembro 28, 2006

Lee Carroll e Jan Tober

foto retirada da net


"Gostaria de dizer: "Ouçam-nas"! Siga o seu instinto e desista de tentar ser uma autoridade. Deixe que elas digam de que necessitam. Explique-lhes então por que razão não poderá dar-lhes o que pedem ou pelo contrário por que poderão obter o que estão a pedir. Na verdade, basta ouvi-las. Só isso. As crianças Índigo são muito abertas.

Mais uma vez, estar presente.

Exacto. Se maltratar uma criança Índigo, ela irá denunciá-lo aos professores ou ligará para a polícia ou para o 112. Já deve ter ouvido falar de crianças de dois ou três anos que salvaram os pais por terem ligado para o 112, ou algo do género. Se estas crianças forem maltratadas, irão ter imediatamente com as autoridades. Elas fazem mesmo isso, e nós acabaremos por sofrer.

Gosto de nos considerar como a "Ponte Arco-Íris" que nos liga a eles.

Acho que isso é verdade . As crianças Índigo são a ponte entre a terceira e a quarta dimensão. A terceira dimensão é a dimensão da razão - a dimensão do pensamento. A quarta dimensão é a dimensão do ser. Falamos muitas vezes de conceitos como amor, honra, paz, felicidade e tudo isso, mas raras vezes os pomos em prática. Estamos a melhorar aos poucos. Na quarta dimensão, iremos pô-los em prática. Começamos agora a reconhecer que a guerra é inútil
e que rebaixar alguém é apenas mais uma forma de suicídio. Estas crianças já sabem disso.
No primeiro seminário que fiz sobre o tema Índigo, estavam lá os pais e as crianças. Havia amas para tomarem conta das crianças, uma ama para cada quatro crianças. À tarde, fizemos entrar as crianças e os pais tiveram oportunidade de observá-las a interagir e a fazer perguntas. Tínhamos uma máquina de escrever eléctrica já antiga e colocámo-la no meio do chão, e
outros brinquedos à volta. Não tínhamos um computador para pôr no chão mas, como eu disse, estas crianças são dadas à tecnologia por isso, enquanto uma delas se sentou à frente da máquina, as outras começaram a brincar. Foi uma experiência fascinante.
Havia uma criança que brincava com a máquina, depois aparecia outra que se sentava e ficava a observá-la. Pouco depois, a que estava a brincar com a máquina, levantava-se e ia-se embora - logo outra assumia o seu lugar e, da multidão, logo surgia outra que se sentava e observava. Passavam por aquele ritual como se estivessem numa fila - mas não havia qualquer fila.

Pois, porque estas crianças não fazem fila.

Exacto, e os pais puderam confirmar isso. Apenas uma criança entre 15 foi sentar-se ao colo dos pais. Os outros não lhes deram qualquer atenção.

Em que ano foi isso?

Creio que foi em 1984. Estas crianças...só pedem para serem respeitadas e que as tratem como seres humanos - sem que haja diferença entre crianças e adultos. Há outra história engraçada passada com o meu neto. Ele tinha oito anos e a minha filha não queria que ele brincasse com armas. Não podia ter armas nem brinquedos relacionados com guerra, nem nada electrónico. Quando ele tinha uns três anos, eu estava na casa de banho a enrolar o cabelo - tenho dois ferros de frisar, um a quente e um a frio - e estava a utilizar o quente. Ele pegou no frio e disse: "Bang-bang." Peguei no meu e fiz "Bang-bang". Começámos a correr pela casa, "Bang-bang-bang!"
A minha filha disse-me: "Mãe, não devia brincar com ele dessa maneira", e eu respondi: "Ele é que começou!" E divertimo-nos imenso.
Quando ele tinha oito anos, disse-me que queria um Nintendo como presente de Natal..."



in As crianças Índigo

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