quarta-feira, março 14, 2012

Adoniran Barbosa




Mulher, patrão e cachaça. Apaga o fogo, Mané. Luz da light.
Torresmo à milanesa.Nóis viemo aqui pra quê. O casamento do Moacir.
Plac-ti-plac. Tocar na bandaNão quero entrar. No morro do piolho.
Abrigo do vagabundo. Demónios da GaroaDespejo na favela.
Trem das onze. Tiro ao Álvaro. As mariposa. Vila Esperança.
Piove. Samba do Arnesto. Iracema. Já fui uma brasa. Mosaicos.
Triste MargaridaUm samba no bixiga. Bom dia, tristeza.
Prova de carinhoJabá sintético. PafunçaNóis não usa as bleque tais.
Viaduto Santa EfigéniaMeu amor é o Timão. DocVide verso.
Fica mais um pouco, amor.Acende o candeeiroAguenta a mão, João.




Cortesia Wikipedia.
João Rubinato, (Valinhos, 6 de agosto de 1910 — São Paulo, 23 de novembro de 1982), mais conhecido como Adoniran Barbosa, foi um compositor, cantor, humorista e ator brasileiro. Rubinato representava em programas de rádio diversos personagens, entre os quais, Adoniran Barbosa, o qual acabou por se confundir com seu criador dada a sua popularidade frente aos demais. Adoniran ficou conhecido nacionalmente como o pai do samba paulista.
Rubinato era filho de Ferdinando e Emma Rubinato, imigrantes italianos da localidade de Cavárzere, província de Veneza. Aos dez anos de idade, sua certidão de nascimento foi adulterada para que o ano de nascimento constasse como 1910 possibilitando que ele trabalhasse de forma legalizada: à época a idade mínima para poder trabalhar era de doze anos.
Abandonou a escola cedo, pois não gostava de estudar. Necessitava trabalhar para ajudar a família numerosa - Adoniran tinha sete irmãos. Procurando resolver seus problemas financeiros, os Rubinato viviam mudando de cidade. Moravam primeiro em Valinhos, depois Jundiaí, Santo André e finalmente São Paulo.
Em Jundiaí, Adoniran conhece seu primeiro ofício: entregador de marmitas. Aos quatorze anos, já adolescente, andava pelas ruas da cidade e, legitimamente, surrupiando alguns bolinhos pelo caminho. "A matemática da vida lhe dá o que a escola deixou de ensinar: uma lógica irrefutável. Se havia fome e, na marmita oito bolinhos, dois lhe saciariam a fome e seis a dos clientes; se quatro, um a três; se dois, um a um".

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